Tendência 2 – A quebra das barreiras tradicionais para realizar negócios internacionais

No artigo anterior, falei que o aumento da população mundial, pode levar a novas tendências e nichos de mercado. Neste artigo vou falar sobre as barreiras a nível mundial para fazermos negócios. Hoje em dia fazer negócios a uma escala local, regional e nacional já não chega.

Para quem quer ganhar mais dinheiro torna-se fundamental pensar numa escala mais internacional. Se pensarmos numa escala micro estaremos sujeitos e limitados pela economia local.

Caro leitor, alguma vez deu por si a pensar como seria bom ter um negócio além fronteiras, em que esse negócio lhe gerasse ganhos constastes e estáveis, sem sair de casa?  Mas depois veio o pensamento negativo e tradicional… o grande investimento; como fazer acontecer; a crise, entre outros pensamos que nos afloram!

Antes de eu me envolver com os negócios digitais pela internet, perguntava-me como seria possível montar um negócio que fosse global, que não fosse dependente somente do cenário do meu amado país (Portugal).

Então descobri que o mundo mudou e hoje podemos ultrapassar as barreiras tradicionais para realizar negócios internacionais, operados desde nossa casa. O alto custo e as burocracias são coisa do passado, com o uso do computador, internet e com um sistema de telecomunicações a baixo custo, podemos comunicar com prospectos, fazer apresentações online sobre uma determinada oportunidade de negócios ou produto, cobrar comissões, receber pagamentos e muito mais!

Claro que falar é fácil  acima de tudo é importante que tenha um desejo forte de fazer algo diferente e abrir a sua mente a esta mudança! Outro passo importante é estudar como funciona um negócio online e que ferramentas são necessárias para atingir os seus objectivos.

Se você é uma pessoa que já tentou algo na internet, mas ainda não alcançou os seus objectivos, poderá solicitar a minha consultoria para o orientar e ajudar. No meu próximo artigo vou falar sobre a terceira grande tendência – a internet!

Obrigado por ler o meu artigo,
Luis Conceição

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